domingo, 29 de junho de 2008

NOVO BLOG: As quatro estações


PREFÁCIO.
Nasci e fui criado aqui mesmo em "Minas”, um estado calmo e tranqüilo.Aqui está todo meu Assis, onde são guardados os tesouros mais preciosos e lívidos.Dizem que sou inteligente, as pessoas dizem errado.Prefiro resguardar-me de quaisquer elogios, eles só me deixam lisonjeado e tranqüilo.Tudo que preciso, é de um vendaval que passe por meu peito o mais ágil possível!Limpando os resíduos sem deixar rastro ou vestígios.bem vindos!

sábado, 28 de junho de 2008

Calote ou anistia?

As pessoas falam de Deus como se este fosse um produto. Pra falar a verdade, isto me irrita!
Um dos motivos pelo qual não freqüento igreja é a maneira mafiosa que seus missionários falam de Deus, sinto como se estivesse me vendendo uma escritura.
No caso, é o que acontecem. As pessoas sempre falam de Deus... De seus atributos... De suas qualidades... De suas vantagens... Como referencia!
Por que não falam da vida? Da maneira milagrosa que Deus entrou em nossa vida, quando começou a fazer parte de um todo?
... Por que não falam de Deus como se falasse de um amigo, ou de um item querido, por quê?
Dia desses estava no ônibus e um jovem (segundo seu depoimento): encontrava-se no mundo das drogas e da bebida.
Dizia ele, que durante muito tempo vivera na dependência do álcool e das substâncias química. Onde somente com a palavra de Deus pode encontrar a paz e a vida.
Sua história era mesmo bonita, ele falava com emoção. Não demorou tanto para que as pessoas (comovido com a sua fábula) tirassem do bolso suas últimas moedas do pão do dia seguinte.
[...] Embora trágica. Aquela história me deixara curioso... Algo dissesse que ali existia dramaturgia! Comprei o kit por R$ 1, 50. Chegando em casa liguei para o numero especifico (me passei por dependente químico).
A telefonista após se identificar do problema, me cobrara 90 reais para possível consulta. Só então me dei conta da cilada que havia caído; -O nome de Deus feito doce na boca dos bandidos!

quinta-feira, 26 de junho de 2008

O aglomerado Humano

Estudando para o PROUNE (processo seletivo que garante bolsas parciais e integrais em universidades particulares) um assunto despertara-me o interesse, o aglomerado humano - algo usado como pesquisa entre vários ramos: geógrafos, sociólogos, e filósofos preocupados com o desenvolvimento humano.
Dizia um velho amigo que estudar é algo complicado – concordo parcialmente – uma mente aberta jamais voltará ao seu tamanho original. Eu sempre gostei de estudar (algo que hoje em dia tem se tornado necessidade). Ops, não era isso que queria dizê-los. Mas, já que disse não custa nada dizer que não me considero “nerd” nem ao menos sou inteligente. Dou voltas e voltas. O que me faz prolixo certas vezes. Mas sou consciente, o que é óbvio! Caso contrário não estaria escrevendo esse artigo. Artigo? Eu disse artigo? Desculpem, acho que a o termo certo seria texto (texto é tudo que se aglomeram palavras, ou seja, são conhecimentos lingüísticos de tamanho e interesse variáveis).
Bem. Voltando ao assunto... Como eu estava dizendo no primeiro parágrafo, um anunciando entre tanto outros produzido pela empresas de informações. Fez-me perder a cabeça! Era algo redundante. Algo que me deixou ainda mais enjoado. O tédio daquele anunciado levara-me novamente aos meus antepassados, dizia o jornal “a amazona diminui-se a cada ano”.
Quando li essa notícia, não acreditei, pensei comigo “será que regressei ao tempo... há 10 anos contrário?”... Olhei, reli, mas era verdade. O desmatamento ainda é presente. Então me perguntei: - o que mudou em 10 anos? E logo respondi-me: - oras muitas coisas. A população cresceu consecutivamente nos últimos anos. Considerando a linhagem histórica, nossa linhagem ampliou-se devassamente. Economicamente o consumo humano expandiu-se bastante tornando-se até maior que as necessidades naturais.
No início, imaginei que poderia ser uma boa noticia, excerto pelo consumo, não vejo problema quanto ao crescimento sustentável. Porém o crescimento populacional tem causado grandes mutações sociais quase sempre evidenciadas pela produção industrial.
A produção industrial tem causado enorme desequilíbrio ambiental, não apenas para os animais. Para todos os seres consideravelmente orgânicos e inorgânicos. Dentre desde aspectos, refuto-os, para uma importante refutação, estaria à espécie humana com os dias estagnados? Pensem nisso.
E aqui encerro mais um post estranho, sem noção.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Sem sentindo


As palavras não soam como antes,
Tem sido difícil escrever.
É impossível encontrar um sentindo,
Quase sempre preciso recriar um motivo.
A vida é mesmo difícil,
Sem seu perfume me sinto desprotegido.
Uma epidemia atinge meu sentindo,
É como um lago calmo e vazio.
Talvez, sussego encontraria
se a vida não fosse tão cheia de sentindo.
Mas nada faz sentindo...
O post que seria longo e comprido,
Resulta numa pauta curta e efêmera.
Exatamente como imaginei:
Algo que cheirasse a Fernando Pessoa.

O ser


A mídia e seus estereótipos
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Quase sempre transmitido pela mídia, a idéia de beleza é baseada na concepção do ser enquanto individuo. Tem-se como belo tudo que é agradável a ótica e ao sentindo: um corpo sarado, uma pele lisa, bronzeada... Sendo assim, é considerável belo, aquilo que segue um padrão estéreo.
Os seres humanos têm por instinto um ‘Q’ observador. Aprecia tudo que carece a ótica. Porém, nem tudo que reluz é ouro, nem tudo que alimenta os olhos, eleva também o coração.
Acompanhe a explicação: Uma mulher atraente perderia toda atenção se, ao primeiro atrito, a antipatia/arrogância tornasse maior que sua simpática e carisma.
Ou seja, a beleza por si, não se preenche por completa. Faz-se necessário, o verdadeiro, aquilo que aquece alma e o coração... Amar alguém, ter alguém para amar... Ser amado, se sentir amado... Estar bem, se sentir bem... Enfim.
Nosso espírito e corpo precisam estar em simetria com alma. De nada adianta se meio a toda capa, a chama que faz-nos vivo, não estiver conectada a tocha que aquece a alma e o espírito. O corpo seria massa. A alma, essência. Ambos insolúveis.
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Dicas: Edward, mãos de tesoura. Filme muito bom.

sábado, 21 de junho de 2008

Pensando matematicamente

Executivos vivem secados de números. Meu pai sempre quis que eu fosse um. Bem... Não acho que os números dizem tanto, mas reconheço sua importância. No mostrador de um relógio. No calendário anual. Nas planilhas eletrônicas... Embutido numa nota de um real, informando um valor, sinalizando uma data, avisando-nos da hora... Enfim, eles estão por toda parte.
Nos livros, os números aparecem logo no início da página. Lá no índice, onde as paginas são numeradas. E mesmo em pequena proporção, eles ocupam uma grande responsabilidade funcional, a de ordenar.
Meu pai sempre gostou dos números, para ele os números são a soma de todas as propriedades. Obs.: meu pai demonstra tendências patológicas (risos).
Meu professor de matemática diz que devo pensar economicamente. O que é um insulto, pois estou sempre pensando economicamente. Sempre que entro em um centro comercial penso duas vezes se devo gastar. Conclusão: não gasto, pois penso nas crianças da Margeia.
-É claro que não foi esse ‘o sentido’ que o professor quis expressar. Mas prefiro pensar assim, não necessito de grana e luxo para passar a vida.
Lembram dos 7 pecados capitais? A gula e a luxuria. Minha avó sempre dizia “Eduardo, não seja soberbo”. Acho que ela se referia a maneira como todos agem/agia, inclusive meu pai: Como se seus bens, seus modos de existências pessoais fosse maiores que a própria vida. O que minha avó clamou, foi um grito de alguém experiente. De desespero e misericórdia, a uma sociedade, onde os princípios estariam com os dias contatos.
Meu pai sempre gostou dos números. O fato para isso. Deve-se, talvez. A maneira como foi educado.
Na década de 60, pelo que li da história, as pessoas eram voltadas ao modernismo. O poder de Juscelino Kubitschek sucedido por Jânio Quadro, fez com que o Brasil pensasse de maneira americanizada. Cujo, as tendências norte-americana e o pragmatismo fossem maior que a arte, a cultura e outras idéias idealista de grande nome. Daí veio o tão pensamento “mecânico” e o termo “pensar matematicamente”

quarta-feira, 18 de junho de 2008

O coletor de vidas

(Para a escritora Daniele Vieira,
conhecida carinhosamente por Nina Vieira)


Escritores nunca ganham dinheiro, eles ganham aquilo que escrevem. São vendedores de palavras.
Para um escritor, o amor é um grande dilema que, se transcrito para a linguagem escrita, geraria o maior livro sobre a vida. Talvez, não quão intrigante e romântico como o código da Vinci, mas relutante e brilhante como qualquer coisa que tenha vida.

Resultante de uma teoria (não muito desconhecida) sabemos que na vida: nada se cria, que tudo se transforma...

Sim, somos indestrutíveis. Imortais, pelas palavras escritas! Por isso agimos assim, como parasitas. Gostamos dessa função, de paralisar a vida.


Num belo dia, encontrei no guarda-roupa uma foto que há muito tempo não via, era uma foto de ginásio, digitalizada, onde eu aparecia com um sorriso paralisado. Então lembrei que a fotografia nada mais é que uma copia produzida. Me lembrei que a maioria de quem conheço gostam de fotografar, ou registrar a vida.

Pela primeira vez, não me senti um parasita. Comecei a perceber as importâncias que temos para a vida.

Primeiro: focalizamos aquilo que nos inspira. Depois: capitulamos as pequenas e grande coisas da vida. E por fim, codificando as informações certas à vida.

Fazemos uma retrospecção da vida.